...tem pelo castanho com manchas pretas? Muitas coisas bem sei... mais especifico...
...tem quatro patas! Continua muito genérico.
...é giro, fofinho, amoroso! Sou eu! Ah espera, eu não tenho quatro patas e o pelo coiso...
Faz 1 ano hoje...
É O GIGA!
21 outubro 2007
O que é que...
Blogada:
Vlad
à(s)
21.10.07
4
b'jardas
Tags: Giga
20 outubro 2007
Uma escada complexa
Como tantos outros, comecei com grandes sonhos e vim descendo as minhas expectativas até ao exequível. Como tantos outros, sinto-me ligeiramente ofendido pelos que estão a começar com grandes sonhos, como se tivesse entrado nesse clube elitista dos que têm sonhos realizáveis.
No entanto sinto que esta ligeira ofensa auto-infligida é injusta para os que estão a começar com grandes sonhos e é por isso que escrevo este post. É uma espécie de mea-culpa, castigo e absolvição. Para isso vou tentar explicar porque é que dizemos "começa com coisas mais simples e vai aumentando a complexidade" em vez de simplesmente dizê-lo.
Primeiro convém entender porque é que os projectos demasiadamente ambiciosos não são exequíveis: porque são complexos. Isto toda a gente sabe. O problema é que normalmente quem está a começar assume que irá demorar mais tempo e aprender a lidar com essa complexidade sem entender que está a lidar sim com o nível mais alto da mesma. É como se quiséssemos subir uma enorme escada a começar no ultimo degrau sem passar por todos os outros. As pernas não são compridas o suficiente para lá chegar. Bottom line é que um novo developer assume que é uma questão de tempo e não é verdade se estiver a começar por um projecto cuja complexidade técnica lhe quebre a produção e evite que possa aprender.
A comprovação disto são por exemplo os jogos online, browser-based. Assumo que quem criou jogos de sucesso para esta plataforma tem um conhecimento de desenvolvimento de sites com conteúdo dinâmico, ou seja, retira imediatamente da escada os primeiros degraus: a componente técnica. Podem até não ter conhecimentos profundos de design, de produção ou artísticos, mas conseguem criar e colocar em prática as suas ideias. Ao fazê-lo estão a criar as suas próprias técnicas de design e a apurar o seu processo de produção. As questões ligadas a gráficos são conhecidas porque já as conhecem da sua experiência.
Por isso, nada como começar por algo que já entendemos e ir dominando as técnicas necessárias, uma a uma. É por isso que se insiste tanta vez que se comece por algo menos complexo.
No entanto sinto que esta ligeira ofensa auto-infligida é injusta para os que estão a começar com grandes sonhos e é por isso que escrevo este post. É uma espécie de mea-culpa, castigo e absolvição. Para isso vou tentar explicar porque é que dizemos "começa com coisas mais simples e vai aumentando a complexidade" em vez de simplesmente dizê-lo.
Primeiro convém entender porque é que os projectos demasiadamente ambiciosos não são exequíveis: porque são complexos. Isto toda a gente sabe. O problema é que normalmente quem está a começar assume que irá demorar mais tempo e aprender a lidar com essa complexidade sem entender que está a lidar sim com o nível mais alto da mesma. É como se quiséssemos subir uma enorme escada a começar no ultimo degrau sem passar por todos os outros. As pernas não são compridas o suficiente para lá chegar. Bottom line é que um novo developer assume que é uma questão de tempo e não é verdade se estiver a começar por um projecto cuja complexidade técnica lhe quebre a produção e evite que possa aprender.A comprovação disto são por exemplo os jogos online, browser-based. Assumo que quem criou jogos de sucesso para esta plataforma tem um conhecimento de desenvolvimento de sites com conteúdo dinâmico, ou seja, retira imediatamente da escada os primeiros degraus: a componente técnica. Podem até não ter conhecimentos profundos de design, de produção ou artísticos, mas conseguem criar e colocar em prática as suas ideias. Ao fazê-lo estão a criar as suas próprias técnicas de design e a apurar o seu processo de produção. As questões ligadas a gráficos são conhecidas porque já as conhecem da sua experiência.
Por isso, nada como começar por algo que já entendemos e ir dominando as técnicas necessárias, uma a uma. É por isso que se insiste tanta vez que se comece por algo menos complexo.
Blogada:
Vlad
à(s)
20.10.07
0
b'jardas
Tags: Game Development
19 outubro 2007
Isto não é um rant, olha se fosse!
É triste mas é verdade... eu estava à espera que passasse da meia-noite para cumprir o meu pressuposto de um post por dia e aqui está! Já passa da meia-noite, resta saber se o blogger sabe disso.
E vou escrever sobre o quê hoje? Alterações climáticas? Andar de mono-patim com uma banana na orelha? Descrever sucintamente o ritual de acasalamento de um Leptinotarsa decemlineata? Não! Vou falar de um hábito tão irritante nos fóruns de Internet que nem sei como lhe chamar...
...mas sei descrever!
Imaginem que estão a colocar uma questão num fórum de automóveis. Essa questão prende-se com, por exemplo, os pneus. Há quem responda sobre pneus... gajos porreiros. Há quem responda que gosta muito dos pneus que o gajo que abriu o tópico falou... estes gajos são um cadito chatos (e eu assumo que por vezes me incluo no grupo). Há os gajos que não gostam de pneus, só de lagartas e que são basicamente cretinos à procura de atenção. Depois há os gajos que, ou não gostam dos gajos que não gostam de pneus, ou que adoram pneus e ficam todos lixados. E por fim há aqueles tipos que no meio da discussão dos pneus dizem: "Bom, a combustão interna a gasóleo funciona assim." e vai daí explicam e põe links.
Entretanto há um ou mais gajos que respondem ao tipo da combustão interna a gasóleo. Normalmente para dizer "olha, mas o marmelo estava a perguntar uma cena de pneus" e o taralhouco responde que "sim, mas a combustão in..." you know the rest.
Pode continuar o tópico por mais duas páginas que resposta sim, resposta não, lá está o gajo da combustão interna a gasóleo a falar... da combustão interna a gasóleo. Puta que pariu se estes gajos não são chatos, mas chatos! O problema desta malta é que a única forma de se mostrarem é falarem daquilo que sabem, mesmo que não interesse nada. E vai daí... "ah e tal a combus..."
Blodasse! Que fede!
A parte interessante desta malta é que, se passarem uns anos e, imaginem, andássemos todos com veículos voadores movidos a energia solar, apareceria lá o gajo "sabes como funciona um motor de combustão interna a gasóleo" e catrapimba, ele é wikipedia e links da especialidade.
Mortos no tempo, na oportunidade e no tema. Resumem-se tristemente a isto. Bem sei que não são bem os off-topics do costume e bem sei que eles não incomodam muito, mas a mim fazem-me uma comichão no entrefolho que nem com coça compulsiva com a unhaca do dedo grande do pé isto lá vai.
Have fun!
E vou escrever sobre o quê hoje? Alterações climáticas? Andar de mono-patim com uma banana na orelha? Descrever sucintamente o ritual de acasalamento de um Leptinotarsa decemlineata? Não! Vou falar de um hábito tão irritante nos fóruns de Internet que nem sei como lhe chamar...
...mas sei descrever!
Imaginem que estão a colocar uma questão num fórum de automóveis. Essa questão prende-se com, por exemplo, os pneus. Há quem responda sobre pneus... gajos porreiros. Há quem responda que gosta muito dos pneus que o gajo que abriu o tópico falou... estes gajos são um cadito chatos (e eu assumo que por vezes me incluo no grupo). Há os gajos que não gostam de pneus, só de lagartas e que são basicamente cretinos à procura de atenção. Depois há os gajos que, ou não gostam dos gajos que não gostam de pneus, ou que adoram pneus e ficam todos lixados. E por fim há aqueles tipos que no meio da discussão dos pneus dizem: "Bom, a combustão interna a gasóleo funciona assim." e vai daí explicam e põe links.
Entretanto há um ou mais gajos que respondem ao tipo da combustão interna a gasóleo. Normalmente para dizer "olha, mas o marmelo estava a perguntar uma cena de pneus" e o taralhouco responde que "sim, mas a combustão in..." you know the rest.
Pode continuar o tópico por mais duas páginas que resposta sim, resposta não, lá está o gajo da combustão interna a gasóleo a falar... da combustão interna a gasóleo. Puta que pariu se estes gajos não são chatos, mas chatos! O problema desta malta é que a única forma de se mostrarem é falarem daquilo que sabem, mesmo que não interesse nada. E vai daí... "ah e tal a combus..."
Blodasse! Que fede!
A parte interessante desta malta é que, se passarem uns anos e, imaginem, andássemos todos com veículos voadores movidos a energia solar, apareceria lá o gajo "sabes como funciona um motor de combustão interna a gasóleo" e catrapimba, ele é wikipedia e links da especialidade.
Mortos no tempo, na oportunidade e no tema. Resumem-se tristemente a isto. Bem sei que não são bem os off-topics do costume e bem sei que eles não incomodam muito, mas a mim fazem-me uma comichão no entrefolho que nem com coça compulsiva com a unhaca do dedo grande do pé isto lá vai.
Have fun!
Blogada:
Vlad
à(s)
19.10.07
1 b'jardas
Tags: Disparates
18 outubro 2007
Ódios de estimação
Entre o rant e o disparate, aqui ficam os meus ódios de estimação:
Organizações religiosas no geral: Mas com a Igreja Católica Apostólica Romana à cabeça. Vê-se ao longo de milhares de anos que as organizações religiosas são mais atentas às suas necessidades do que às dos crentes. Acredito que não são mais do que opinion-makers da moralidade bacoca. Respeito a fé das pessoas, seja no que for, todos precisamos de algo que nos conforte e faça mover, mas as organizações religiosas não respeitam a individualidade, a discussão de ideias e o progresso humano.
Comunicação social: Já repararam que as notícias já não são noticias? Que se trocou o quem-como-quando-porquê por textos formadores de opinião? A grande maioria da comunicação social esqueceu a essência insípida da notícia. É verdade que noticiar é maçador e na prática não traz notoriedade nem shares, mas de que vale receber informação se esta é tratada ao sabor das correntes de opinião? Isso deveria ser deixado para a reportagem, para a crónica ou para o artigo de opinião, mas não, oferecem-nos de bandeja, a troco de percentagens de share comunicação deturpada e facciosa.
E os vossos ódios de estimação... quais são?
Organizações religiosas no geral: Mas com a Igreja Católica Apostólica Romana à cabeça. Vê-se ao longo de milhares de anos que as organizações religiosas são mais atentas às suas necessidades do que às dos crentes. Acredito que não são mais do que opinion-makers da moralidade bacoca. Respeito a fé das pessoas, seja no que for, todos precisamos de algo que nos conforte e faça mover, mas as organizações religiosas não respeitam a individualidade, a discussão de ideias e o progresso humano.
Comunicação social: Já repararam que as notícias já não são noticias? Que se trocou o quem-como-quando-porquê por textos formadores de opinião? A grande maioria da comunicação social esqueceu a essência insípida da notícia. É verdade que noticiar é maçador e na prática não traz notoriedade nem shares, mas de que vale receber informação se esta é tratada ao sabor das correntes de opinião? Isso deveria ser deixado para a reportagem, para a crónica ou para o artigo de opinião, mas não, oferecem-nos de bandeja, a troco de percentagens de share comunicação deturpada e facciosa.
E os vossos ódios de estimação... quais são?
Blogada:
Vlad
à(s)
18.10.07
8
b'jardas
17 outubro 2007
Não me parece...
Quando entrei para a escola primária era muito pequeno e introvertido. A minha professora disse à minha avó: "Não me parece que o menino consiga aprender."
Mais tarde, já rapazola, uma cigana leu-me a mão e disse-me: "Não me parece que vás ter sorte com mulheres."
Quando saí da escola e arranjei o meu primeiro emprego numa loja de informática, os temas de conversa na minha família eram: "Não me parece que vá ter um bom emprego."
No segundo emprego que tive fui despedido e disseram-me: "Assim, não me parece que vás ser alguém."
E podia continuar durante um bom bocado com mais uns quantos "não me parece's" e outras demonstrações de faltas de fé e opiniões que eu não pedi. Ao fim de tanto tempo até me conforta ouvir "não me parece que tenhas feito bem" e "não me parece que isso seja bem assim" porque diz-me a experiência que afinal fiz bem e afinal é assim. Preocupa-me mais quando me dizem que concordam.
Bottom-line é que a esmagadora maioria da população, a quem eu carinhosamente alcunho de normaloides, não toma decisões. Pelo contrário, segue um roteiro pré-definido de caminhos previamente testados por gerações a fio. Quando parece que ponderaram sobre um assunto e tomaram uma decisão, na verdade apenas seguíram uma via confortável, como todos os outros normaloides, num movimento infindável de rebanho social.
As figuras reconhecidas, seja globalmente seja contextualmente, tomaram decisões por si, normalmente contrárias à norma. O resultado de se fugir da normalidade da acção é normalmente a ruína e a desgraça, logo é natural que adopte o caminho normaloide. Por outro lado existe uma pequena percentagem de fuga à normalidade que se traduz em sucesso.
Não quero com este post dizer que atingi esse sucesso. Só o poderei medir quando for velhote. Assumo sim que apesar de todos os "não me parece" que já ouvi, insisto em tomar decisões pela minha cabeça e a viver no risco de atingir sucesso ou ruína, mas nunca normalidade.
Normalidade é chata.
Mais tarde, já rapazola, uma cigana leu-me a mão e disse-me: "Não me parece que vás ter sorte com mulheres."
Quando saí da escola e arranjei o meu primeiro emprego numa loja de informática, os temas de conversa na minha família eram: "Não me parece que vá ter um bom emprego."
No segundo emprego que tive fui despedido e disseram-me: "Assim, não me parece que vás ser alguém."
E podia continuar durante um bom bocado com mais uns quantos "não me parece's" e outras demonstrações de faltas de fé e opiniões que eu não pedi. Ao fim de tanto tempo até me conforta ouvir "não me parece que tenhas feito bem" e "não me parece que isso seja bem assim" porque diz-me a experiência que afinal fiz bem e afinal é assim. Preocupa-me mais quando me dizem que concordam.
Bottom-line é que a esmagadora maioria da população, a quem eu carinhosamente alcunho de normaloides, não toma decisões. Pelo contrário, segue um roteiro pré-definido de caminhos previamente testados por gerações a fio. Quando parece que ponderaram sobre um assunto e tomaram uma decisão, na verdade apenas seguíram uma via confortável, como todos os outros normaloides, num movimento infindável de rebanho social.
As figuras reconhecidas, seja globalmente seja contextualmente, tomaram decisões por si, normalmente contrárias à norma. O resultado de se fugir da normalidade da acção é normalmente a ruína e a desgraça, logo é natural que adopte o caminho normaloide. Por outro lado existe uma pequena percentagem de fuga à normalidade que se traduz em sucesso.
Não quero com este post dizer que atingi esse sucesso. Só o poderei medir quando for velhote. Assumo sim que apesar de todos os "não me parece" que já ouvi, insisto em tomar decisões pela minha cabeça e a viver no risco de atingir sucesso ou ruína, mas nunca normalidade.
Normalidade é chata.
Blogada:
Vlad
à(s)
17.10.07
6
b'jardas
Tags: Pessoal
16 outubro 2007
Criar, ter, manter e colaborar numa equipa
Apercebi-me de um problema de fundo nesta história de ter uma equipa para desenvolvimento de jogos. Estou, talvez inutilmente, a tentar para de comparar newbies com wannabes com profissionais. Mas para nos entendermos, o que na minha óptica os separa é a atitude.
Excepto num ponto: a história(*) das equipas... Raios me partam se não vimos dezenas de vezes os angariadores de equipas. Desde os mais educados e que até trabalham aos taralhoucos alucinados. Estava para aqui a trocar umas impressões com um colega nosso (da categoria dos profissionais porque também aturo muitos dos outros) e ele referiu o medo de criar uma equipa. Pareceu-me do que me disse que esse medo estava directamente ligado com aquilo que se pressupõe ser gerir uma equipa em gamedev: gerir pessoas, gerir contactos comerciais, gerir a produção, gerir o design.
Admiro a humildade com que abordou o assunto. Ao contrário dos ditos taralhoucos, este jovem entendia o que era uma equipa até porque faz parte de uma e bem produtiva e sobre ele não tenho nem eu nem ninguém que eu conheça nada a dizer sobre as qualidades profissionais.. Mas como ele e tantas outras pessoas no gamedev, parece-me que o pecado capital é partir do principio que alguém que gere uma equipa assume um papel de liderança "porque sim", como se a gestão dessa equipa desse uma supermacia óbvia sobre os elementos da equipa.
Algures no fim da conversa eu escrevi:
"Eu sou suspeito, mas para mim não há a minha equipa. Há a nossa equipa, mesmo que seja eu a geri-la. Gerir a equipa é só... uma tarefa."
Até esta conversa nunca tinha pensado muito nisto, mas esta constatação tida numa conversa informal fez-me compreender que este espírito não existe em muitos sitios, mas particularmente no gamedev. Liderar advém de uma série de factores e não pode ser confundido com gerir. Não faço puto ideia nem me preocupo se tenho características de liderança. Gerir esta ou outra equipa é uma tarefa, só isso. Faço parte dela, não sou o chefe, ou o líder como se de escuteiros se tratasse. Posso não ser humilde em muitas coisas, mas nesta sou bastante e é esta humildade ou pelo menos esta noção de humildade para os que suam a camisola connosco que não me parece ser, pelo menos na generalidade, conhecida e/ou compreendida.
(*) e não me lixem com a treta de agora se escrever estória! Só não levei reguadas quando aprendi a escrever história porque aprendo depressa.
Excepto num ponto: a história(*) das equipas... Raios me partam se não vimos dezenas de vezes os angariadores de equipas. Desde os mais educados e que até trabalham aos taralhoucos alucinados. Estava para aqui a trocar umas impressões com um colega nosso (da categoria dos profissionais porque também aturo muitos dos outros) e ele referiu o medo de criar uma equipa. Pareceu-me do que me disse que esse medo estava directamente ligado com aquilo que se pressupõe ser gerir uma equipa em gamedev: gerir pessoas, gerir contactos comerciais, gerir a produção, gerir o design.
Admiro a humildade com que abordou o assunto. Ao contrário dos ditos taralhoucos, este jovem entendia o que era uma equipa até porque faz parte de uma e bem produtiva e sobre ele não tenho nem eu nem ninguém que eu conheça nada a dizer sobre as qualidades profissionais.. Mas como ele e tantas outras pessoas no gamedev, parece-me que o pecado capital é partir do principio que alguém que gere uma equipa assume um papel de liderança "porque sim", como se a gestão dessa equipa desse uma supermacia óbvia sobre os elementos da equipa.
Algures no fim da conversa eu escrevi:
"Eu sou suspeito, mas para mim não há a minha equipa. Há a nossa equipa, mesmo que seja eu a geri-la. Gerir a equipa é só... uma tarefa."
Até esta conversa nunca tinha pensado muito nisto, mas esta constatação tida numa conversa informal fez-me compreender que este espírito não existe em muitos sitios, mas particularmente no gamedev. Liderar advém de uma série de factores e não pode ser confundido com gerir. Não faço puto ideia nem me preocupo se tenho características de liderança. Gerir esta ou outra equipa é uma tarefa, só isso. Faço parte dela, não sou o chefe, ou o líder como se de escuteiros se tratasse. Posso não ser humilde em muitas coisas, mas nesta sou bastante e é esta humildade ou pelo menos esta noção de humildade para os que suam a camisola connosco que não me parece ser, pelo menos na generalidade, conhecida e/ou compreendida.
(*) e não me lixem com a treta de agora se escrever estória! Só não levei reguadas quando aprendi a escrever história porque aprendo depressa.
Blogada:
Vlad
à(s)
16.10.07
0
b'jardas
Tags: Game Development, Game Production
15 outubro 2007
Pedro Santos
Não há nada como termos a nossa página pessoal com o nosso nome. É pessoal, fácil de encontrar para quem procure e é indiscutivelmente nosso. Difícil é ter um blog, uma wiki e "n" conteúdos dinâmicos que vão do pessoal ao técnico que faz inveja a alguns cursos online que existem.
Apresento-vos por isso a página do Pedro Santos.
Decidi quebrar esta cena do postar no máximo uma vez por dia, porque o PRE já por aqui andava à uns tempos e eu lá porque eu ainda não tinha visto a página/blog/wiki dele decentemente, isso não quer dizer que não fique bem no blogroll do Blodasse.
Já só cá me falta um elemento do Orion's Belt... mas eu hei-de apanhá-lo!
Apresento-vos por isso a página do Pedro Santos.
Decidi quebrar esta cena do postar no máximo uma vez por dia, porque o PRE já por aqui andava à uns tempos e eu lá porque eu ainda não tinha visto a página/blog/wiki dele decentemente, isso não quer dizer que não fique bem no blogroll do Blodasse.
Já só cá me falta um elemento do Orion's Belt... mas eu hei-de apanhá-lo!
Blogada:
Vlad
à(s)
15.10.07
4
b'jardas
Tags: Blodasse
Subscrever:
Mensagens (Atom)